Subscribe to Updates
Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.
Autor: Aristoteles Drummond
O Brasil inovou com a comida a quilo, hoje prática em importantes cidades do primeiro mundo. A oferta é variada e a pesagem é feita à vista do consumidor, com emissão da nota imediata. Tem funcionado bem, com transparência. E o pagamento ainda é feito antes de a refeição ser consumida.
Na literatura, como na música e nas artes, não são poucos os brasileiros e portugueses que estão presentes nos dois países, colaborando com a integração cultural. Alguns até sem atravessar o Atlântico, como no caso de Eça de Queirós, até hoje muito lido e relido no Brasil, onde nunca esteve, embora presente na imprensa, como nos anos de Gazeta de Notícias.
Na campanha eleitoral, diante do favoritismo do deputado Jair Bolsonaro, de origem militar, muito se tem falado da Revolução, , cujos críticos denominam de “golpe de 64”. O candidato defende o período, embora tivesse nove anos quando de sua eclosão.
Após receber inúmeras mensagens sobre o artigo aqui publicado sobre o centenário do coronel Mário Andreazza, que foi ministro dos Transportes e do Interior dos presidentes Costa e Silva, Médici e João Figueiredo, achei que poderia abordar outros coronéis daquela safra de grandes vocações para a vida pública. Todos com dinamismo, dedicação e absoluta probidade pessoal.
Getúlio Vargas e António Salazar nunca se encontraram. Nem tiveram interlocutores. Mas trabalharam afinados nos anos de poder. O primeiro chegou em 1929 e o segundo, em 1930. Ambos vieram a instituir regimes autoritários, com base na defesa de seus países das investidas comunistas da época, que eram grandes. Os dois cuidaram de cooptar os sindicatos e, desta forma, amortecer a influência dos comunistas na vida sindical. Civis, governaram com total apoio dos militares. O estadista português conseguiu ficar fora da II Guerra, com muita habilidade, a ponto de Portugal ter entrado para a NATO e a ONU, feito pelo qual a…
O parto dos vices que disputarão a próxima eleição foi mesmo nos últimos minutos do segundo tempo, como diria um comentarista esportivo. No Brasil, nove assumiram e outros tantos tiveram passagens interinas pela presidência em diferentes crises.
A falta de emprego é um problema mundial grave e preocupante – especialmente no caso dos postos mais protegidos e bem remunerados. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma das entidades mais importantes para a economia mundial, alertou muitos países sobre equívocos em suas legislações relativas ao emprego, fruto de uma avalanche de leis que estimulam o uso da eletrônica moderna em substituição à mão de obra, reservando as novas oportunidades aos serviços de remuneração inferior.
A Espanha, de tantas tradições e feitos na história universal, de grandes personagens na literatura, nas artes, na religião, vive um momento menor, marcado pelo ressentimento, ódio e desrespeito à história. E tudo sob o silêncio dos que deveriam ser, em teoria, suas elites.
A demagogia eleitoreira de muitos de nossos políticos e a omissão da maioria silenciosa têm feito de nosso país palco de situações que beiram o ridículo. E, quando não, à absoluta injustiça.
As últimas décadas têm mostrado que os portugueses, independentemente do partido no poder, gosta de uma figura acima das disputas, um ser paternal a quem se possa recorrer em caso de necessidade. Podemos supor que de certa maneira Salazar desempenhou esse papel de monarca, pois governou apoiado pelos militares e aceito pelo povo, colocando ordem no país que estava à beira do caos econômico, político e social. Teve forte apoio popular, apesar de nunca ter cortejado a popularidade.