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Autor: Aristoteles Drummond
O diplomata Pedro Luiz Rodrigues, jornalista que exerceu a comunicação social por mais de uma vez no governo federal, assinou oportuno artigo, semana passada, no jornal Correio Braziliense, a propósito dos 90 anos de Marcílio Marques Moreira. O mesmo, no Estadão, Mano Ferreira. Os mais velhos conhecem e os mais novos precisam conhecer um exemplo como o de Marcílio de uma carreira exemplar, multifacetada e ilibada. Marcílio começou como diplomata, tendo se afastado para exercer funções no então Estado da Guanabara, ligado ao grandioso programa habitacional levado a cabo pelo Governo Negrão de Lima. Depois teve passagem no Banco Moreira…
O comércio em Itaipava está em alta e em alto risco. Novas lojas, como Casa & Vídeo e Multicoisas, os novos mercados e o polo gastronômico podem consolidar a boa qualidade de vida do distrito e seus arredores. Mas a questão do trânsito pode colocar tudo a perder. Esses meses de agonia com as obras, necessárias, deixam como saldo a importância da mobilidade para a atividade econômica. O morador, que já não é o visitante de final de semana, não vai suportar as limitações decorrentes de engarrafamentos pela manhã e à tarde. O acesso na saída 58, à tarde, tem…
A ligação de intelectuais brasileiros e portugueses através dos tempos é um dos fundamentos da solidez da presença da língua portuguesa no mundo contemporâneo. Esta integração, hoje, é facilitada pelos meios digitais e a circulação das pessoas, que tornam as viagens entre os dois países separados pelo Atlântico como se fosse uma viagem interna. Há semanas, Lisboa recebeu intelectuais, juristas e políticos brasileiros para um encontro. A presença mútua de homens de letras tornou-se uma rotina. Na música, Fafá de Belém, Caetano Veloso e Maria Bethânia frequentam Lisboa e Porto como o Rio e São Paulo, mas é a jovem…
A ideia de fortalecedor o polo cultural da Praça Mauá, no Rio de Janeiro, é muito positivo. Já temos ali o Museu do Amanhã e o MAR, perto da mais bonita igreja da cidade, o Mosteiro de São Bento. E com os armazéns do cais do porto para a Rioarte, shows e, quem sabe, uma feira do livro. Mas daí ao delírio de se ocupar com a cultura o edifício A Noite… Isso é uma loucura. O prédio é imenso, a recuperação custosa –não vendido em leilão por isso. Poderia, sim, ser passado pelo valor que derem, o que já…
Apesar dos reflexos nos mercados financeiros, ações, juros e câmbio, a crise política brasileira vem afetando pouco a economia. O superávit na balança comercial do ano é de inacreditáveis 11 mil milhões de euros equivalentes, compensando a fuga de capitais registrada ao longo do ano. As empresas cotadas em bolsa estão com lucro, a fusão de empresas no setor da medicina é enorme, em redes de hospitais e laboratórios de análises e exames de imagem. O imobiliário arrefeceu um pouco, mas ainda é positivo. A inflação, que é um fenômeno mundial fruto da pandemia e suas despesas com medicina e…
Surgiu nos saudáveis debates do grupo Coalizão Rio, a ideia de se dar à Lagoa Rodrigo de Freitas um aproveitamento turístico de qualidade. Muita coisa que já existiu no passado, com sucesso, pode voltar e impulsionar a região, a começar pelo abandonado Jardim de Alah. Com o mínimo de controle na qualidade da água, agora com o apoio de uma empresa privada como a Cedae, poderia voltar o ski como esporte, gôndolas saindo do Jardim de Alah para um passeio na Lagoa, lanchas e jet ski alugados, podendo usar os clubes ali instalados como Piraque, Botafogo, Vasco e Flamengo como…
Tantos anos de sofrimento, desilusões, perplexidade com escândalos e visível empobrecimento do Brasil serviram ao menos para despertar a sensibilidade e o bom senso da gente brasileira. A surpreendente eleição de Bolsonaro foi um grito, um chega e um basta. O governo corrigiu e vem corrigindo muita coisa errada, devolveu paz no campo, fez explodir um crescimento do agronegócio fantástico, tem nas polícias uma eficiência nunca vista no combate às drogas. A corrupção está em níveis baixíssimos, restrita a tentativas e pequenas picaretagens, como se diz na gíria popular. Peca pelo comportamento do presidente, que não só o prejudicou como…
Os resultados apresentados pelos governos de esquerda, em especial aqueles que incluem alianças com o que existe de radical e predatório no marxismo, abrem, neste momento, a chance de as populações reagirem. E a reação não tem sentido político-ideológico, mas simplesmente lógico, natural, diante do preço que, no caso das democracias formais, com eleições livres, a população vem pagando. Governos de esquerda são inchados no funcionalismo, que geralmente ganha muito e trabalha pouco, nos impostos verdadeiramente insuportáveis, nos orçamentos paralelos criados, como a fábrica de coimas no trânsito, no estacionamento irregular, numa pressão rigorosa sobre o cidadão. E a péssima…
O atraso nas reformas, os gastos com projetos sociais e as despesas com os juros da dívida levam o Brasil ao desastre ainda este ano. As vendas no comércio caíram pelo segundo mês seguido, o consumidor está preocupado com a inflação, que chega a mais de 10% – e é maior ainda na alimentação. O mercado financeiro internacional começa a rebaixar os títulos públicos e privados brasileiros. O presidente Bolsonaro parece que se precipitou em gastar para manter a popularidade, apesar de a economia estar naturalmente fragilizada, como no resto do mundo, pela pandemia. Poderia ter esperado ficar mais próximo…
A pandemia trouxe um visível aumento na questão da segurança pública, especialmente no centro da cidade, Copacabana e Botafogo. Apesar dos esforços das polícias, a situação anda levando a intranquilidade à população. Ruas como Dona Mariana e Sorocaba, em Botafogo, muito escuras e com população de rua, têm sido palco de assaltos, roubos de automóveis. Não basta a simples presença do policiamento, mas que este possa agir com a devida energia e conduzir os que têm contas a prestar ao recolhimento. Curiosamente até nisso a sociedade anda dividida, sendo exemplo mais chocante a mobilização dos defensores dos chamados “direitos humanos”…