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    O drama argentino

    Aristoteles DrummondPor Aristoteles Drummond5 de dezembro de 2023Atualizado:9 de maio de 2025Nenhum comentário3 Mins lidos
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    Na política como na economia não existe lugar para ilusões. Não se briga com a realidade e os problemas, pois, do contrário, eles se tornam crônicos, com piora ao longo do tempo. O melhor é encarar a realidade com objetividade e pragmatismo.

    Infelizmente a Argentina não terá sua grave crise na economia resolvida com o afastamento pela via democrática de um grupo político que a vem infelicitando há décadas, numa aliança do populismo com o esquerdismo. Nossos vizinhos – abençoados com uma agricultura de altíssima qualidade, autossuficiência energética e bom nível cultural – vêm empobrecendo e conhecendo crise social grave, com desemprego e perda de competitividade na sua indústria. O país nunca teve tantos pobres.

    O motivo da dificuldade do novo governo, com excelentes ideias para promover uma correção de rumos, é a política. Dificuldades com o Parlamento podem ser removidas com o apoio na opinião pública, formada por uma sólida classe média empobrecida, mas informada. No entanto, ali isso não é suficiente.

    O peronismo gerou aquele que talvez seja o sindicalismo mais violento, radical, irracional do mundo. Param o país sem atinar para um agravamento da crise. Recorrendo a piquetes violentos, intransigentes, agem por motivação política. A Argentina tem nas suas estatais fonte de corrupção e empreguismo. Precisa resolver logo esta questão.

    O grau de aparelhamento argentino não permite uma recuperação rápida como a que tivemos nos governos Temer e Bolsonaro. E lá não tem um grupo parlamentar que garanta a governabilidade como o centrão, no Brasil. Depois do período militar, foram estes políticos que garantiram a governabilidade e evitaram uma Constituição pior do que a que temos. Nossos trabalhadores, por outro lado, são de boa índole e sabem dos benefícios de uma economia estável. Agem sem ideologia, sem ódio no coração.

    Assim, agrava as preocupações com a paz interna, a ordem nas ruas e o desgaste dos militares, que demoraram para desmontar o terrorismo e a violência política, que dividiu o país e enlutou milhares de famílias. Há perdas nos dois lados. Mas não importa, subversão com terrorismo não tem justificativa. E ordem sem a presença dos militares, hoje, não existe em nenhum lugar. Por isso, os promotores da desordem, em todo mundo, procuram desgastar os militares e limitar sua influência na vida dos países. A história, entretanto, registra a relevância dos militares na América Latina para que o regime cubano não tivesse dominado o continente implantando uma ditadura comunista em quase todos os países.

    Brasil, Chile, Uruguai, Argentina, Colômbia e Peru estiveram a perigo nos anos 1960 e 1970. A ação militar garantiu a democracia com países livres e com certo desenvolvimento econômico e social. O que não ocorreu nas experiências de esquerda.

    O sucesso do governo Milei vai depender das condições de garantir ordem para ferir interesses irracionais que levaram a Argentina e seus trabalhadores à pobreza.

    Vamos torcer, pois um vizinho e parceiro em crise nos afeta sempre.

     

    Publicado em:  Jornal O Dia 04/12/23

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    Aristóteles Drummond é jornalista, escritor e político, com carreira destacada no setor elétrico, autor de obras relevantes e articulista em jornais e revistas. Reconhecido por condecorações e ações culturais, é comendador da Ordem do Mérito de Portugal.

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