RIO: OUSAR UM POUCO MAIS NA TRANSFORMAÇÃO

No entanto, falta alguma coisa sempre. E pode ser pela via da eliminação total do estacionamento de veículos entre a Praça Paris e a Central do Brasil. Já estamos com uma boa frota de ônibus refrigerados, os azulões, de categoria luxo, metrô e barcas funcionando bem e os trens em constante melhora.

No entanto, falta alguma coisa sempre. E pode ser pela via da eliminação total do estacionamento de veículos entre a Praça Paris e a Central do Brasil. Já estamos com uma boa frota de ônibus refrigerados, os azulões, de categoria luxo, metrô e barcas funcionando bem e os trens em constante melhora. Não tem cabimento facilitar a vida dos que usam e abusam do uso do transporte individual através do estacionamento fácil. Em Nova York, no Upper East Side, nenhuma rua permite estacionamento antes das oito da noite e depois das sete da manhã. Já Paris é um inferno pela cultura do estacionamento.

A cidade anda muito barulhenta, com abuso da buzina, e desapareceram as placas nas imediações de hospitais, lembrando o silêncio em respeito aos doentes . A Guarda Municipal tem atuado com visibilidade na orientação do trânsito no centro das cidades e na região portuária. Poderia coibir a buzina  nestes pontos e atuar na repressão ao estacionamento irregular. Além de punir, multando e vistoriando, os que atravancam cruzamentos, como na Graça Aranha, Antônio Carlos, Araújo Porto Alegre e Rua da Carioca, pontos negros nos horários de pico, para ficarmos no centro da cidade. O povo gosta de disciplina, de ordem, de respeito.

A grande vantagem desse tipo de medida é não demandar gastos, apenas vontade política e uso da autoridade. O que não falta na personalidade de nosso prefeito.

A temporada de verão está aí, o câmbio favorável deve encher a cidade de turistas, período em que muitas das obras estarão em fase final. Apressar uma solução para a população de rua é outra questão importante. Uma cidade acolhedora, civilizada, não pode ter calçadas tomadas por moradores, menores delinquentes, consumo público de entorpecentes e outras transgressões. E muito menos transmitir indiferença com essa condição de seres humanos que merecem acolhida e não a missão, fria e comodista da população.

A campanha eleitoral parece que foi colocada na rua, e, infelizmente, na faixa da baixaria, com a invasão  da vida familiar de candidatos, requentados maldosamente. Democracia não é assim, é respeito. E homem publico deve reunir qualidades para ser um bom gestor e não  de  um bom genro.

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